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Cantas, mas não me encantas: a crise dentro da crise

Publicado sábado, 05 dezembro 2020 08:08

O Governo acreditou lidar bem com a praga, logo no começo da pandemia. Mandou todos para casa, por lá passavam o dia. A coisa foi sendo bem-sucedida, a olhos alheios, até parecia magia. Como poderia Portugal escapar, a tamanha maldade? (...)


O Governo acreditou lidar bem com a praga, logo no começo da pandemia. Mandou todos para casa, por lá passavam o dia. A coisa foi sendo bem-sucedida, a olhos alheios, até parecia magia. Como poderia Portugal escapar, a tamanha maldade? A coisa foi sendo controlada, ora dizendo tudo, ora dizendo inverdade. Máscaras? Eram coisa para descartar, uns diziam seu uso premente, outros, coisa pra não botar! Afinal, para que lado haveria de ir o povo? Quando o Governo nem sabia que fazer? A Ministra da Saúde, desdizia-se, a dizer. A DGS, vomitando coisas da OMS, fez papel de anfitrião. Deixando entrar tudo que era tido por certo, sem nunca ter razão. Triste, triste foi essa alegoria, de acreditar sempre nos outros, em vil demagogia. Hoje, confina-se e desconfina-se, sabe-se lá para quê. Atropela-se a Constituição, por vossemecê - Desgoverno desta Nação! A quem manda confinar, sem garantir o sagrado pão. Trata-se o povo que sofre com o bicho, deixando-se morrer os outros, fazendo deles lixo. Os hospitais, dão-se ao luxo de negar, a manutenção da vida, daqueles que os fizeram içar. Que tristes calvários nos haveriam de oferecer, tratar uns, e outros deixar morrer. É assim, gente de Portugal, quando forem votar, não votem mal! Se a coisa continua, entregue a esta bicharada, não se admirem, de a vinha não dar nada! Quem o pão não garante, a quem manda confinar; quem a vida não protege, de quem o pôs nesse lugar; não merece trono de governança. O povo vai morrendo, e o Governo, enche a pança! E se eles, que nos dizem governar, se se sentem deprimidos, que larguem os tachos, voluntários são precisos. Sobretudo em lares, dessa gente de idade, que fez crescer Portugal, acreditando na prosperidade. Na dita democracia, que apenas lhes enche o bandulho, de enfermos intelectuais, que só fazem barulho, já são muitos, são demais! Os cães ladram, e a caravana passa. O povo, esse, que fique em pasmo, nessa vida de marasmo!

Rui Maia

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